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Gengibre

O Zingiber officinalle, comumente conhecido como gengibre, em sânscrito é chamado de Ardrak ( fresco) ou Sonth ( seco). No Ayurveda é denominado de remédio universal devido as suas muitas propriedades terapêuticas.É uma planta medicinal originária da Ásia e aclimatada no Brasil, cresce até um metro porem é sua raiz debaixo da terra que apresenta valor terapêutico e culinário. Esta erva medicinal vem sendo utilizada na medicina Chinesa e no Ayurveda há milhares de anos pelos médicos orientais.
O gengibre apresenta propriedades terapêuticas sobre o sistema digestivo, pois estimula a liberação de enzimas que promovem o esvaziamento do estômago. Tem sido utilizado com êxito no tratamento de náuseas e vômitos em diversas doenças, é efetivo nos enjôos da quimioterapia, alem disto estudos demonstraram benefícios em baixar o nível do colesterol e reduzir a aderência as plaquetras.

A raiz do gengibre melhora a circulação e é indicada por médicos chineses e indianos para pés e mãos frias. A Medicina Ayurvedica afirma que o gengibre atua nas três fases da função gastro-intestinal: digestão, absorção e evacuação. Na Índia recomenda-se o chá de gengibre em decocção(fervura da raiz), com 3 gotas de limão e uma pitadinha de sal marinho, 30 minutos antes das refeições para estimular o fogo digestivo, promover uma boa digestão e aliviar flatulência.

Esta planta medicinal possui uma importante ação antiinflamatória e anti-reumática, tanto para uso interno quanto para uso externo. O suco, pasta ou óleo essencial do gengibre pode ser aplicado externamente para dores, inflamações e cefaléias. No caso de reumatismo, artrose, contraturas musculares, lombalgia e cervicalgia podemos fazer uma massagem local associada a fricção com pasta ou óleo essencial de gengibre. Isto promove um efeito de aquecimento local associado a uma analgesia ( alívio da dor)

O gengibre possui uma atividade anti-viral e antiinflamatória sendo largamente utilizado em quadros respiratórios de vias aéreas superiores. Devido as suas propriedades picantes e amornantes é utilizado para gripes e resfriados no inverno, rouquidão, inflamação da garganta, tosse e secreção. Um chá de gengibre em decocção ( fervura das raízes), com alho, casca de canela e depois de pronto adicionamos uma colher de sopa de mel de eucalipto é eficaz nestes quadros respiratórios. Deve ser tomado morno 3 vezes ao dia entre as refeições até sumirem os sintomas.
O Ayurveda classifica o gengibre como uma raiz de sabor picante, energia quente, pacifica Vata e Kapha mas pode agravar Pitta se utilizado em excesso. Podemos também utilizar o gengibre na culinária como um excelente condimento aumentando o sabor picante e a energia quente das receitas vegetarianas. Com este objetivo, na Índia, o gengibre é associado a outros temperos: pimenta do reino, canela, noz moscada, cravo, cardamomo e alho.

Em uma publicação recente sobre plantas medicinais, “Major Herbs of Ayurveda” são descritas as seguintes propriedades do gengibre: atividade antiemetica ( alivia náuseas), atividade antiulcerosa, atividade hepatoprotetora ( protege o fígado), atividade antiinflamatória, atividade antipirética ( reduz a febre), atividade cardiovascular ( diminui o colesterol e os triglicerideos), atividade antioxidante ( elimina radicais livres), atividade imunomoduladora ( promove o sistema imunológico) , atividade antiviral. Porem é contra-indicado na gravidez pelo potencial de induzir a contração uterina. Com tantas propriedades benéficas não podemos deixar de utilizar esta raiz tanto como erva medicinal quanto como condimento na alimentação.

Fonte: Ayurveda

Os 38 Florais de Bach + Rescue

Agrimony (Agrimonia eupatoria)
para aqueles indivíduos que sofrem interiormente, mas que procuram dissimular exteriormente. São pessoas angustiadas, ansiosas, aflitas, que apesar destes sentimentos estão sempre com um sorriso no rosto. É comum utilizarem de bebidas alcoólicas e drogas para dissimularem seu tormento interior.

Aspen (Populus Tremula)
Para os medos vagos ou indefinidos, como medo de fantasmas, espíritos e maus presságios. Medos do desconhecido e de fenômenos paranormais. Apreensão.

Beech (Fagus sylvatica)
Para aqueles que são demasiadamente críticos, arrogantes, intolerantes, racistas. Costumam julgar e condenar os outros. Irritam-se facilmente com hábitos, manias e jeito de ser alheios.

Centaury (Centaurium erythraea)
Para aqueles incapazes de colocar limite nos outros. Não sabem dizer não. Pessoas de boa índole, que querem agradar e acabam sendo exploradas. Negligenciam suas necessidades a favor das necessidades dos outros. Influenciáveis.

Cerato (Ceratostigma willmottiana)
Para aqueles que não confiam em suas próprias opiniões e sempre procuram apoio na opinião alheia. Falta auto-confiança para decidir por si, sem os conselhos dos outros.

Cherry Plum (Prummus cerasifera)
Para aqueles que sentem-se perto de um colapso nervoso. Medo de perder o controle e agredir a si mesmo ou aos entes queridos. Desespero. Medo de ficar “louco” ou “explodir”. Súbitas explosões emocionais.

Chestnut Bud (Aesculus hippocastanum)
Para aqueles que estão sempre repetindo os mesmos erros. Dificuldade de aprendizado.

Chicory (Chicorium intybus)
Para aquelas pessoas que estão sempre controlando os outros. São possessivas, egoístas e manipuladoras. Facilmente magoáveis, cobram constantemente atenção. Auto-piedade. Amor interessado. Carência afetiva.

Clematis (Clematis vitalba)
Para os distraídos, desatentos, que vivem sonhando acordado. Para a perda dos sentidos. Sonolentos, indiferentes.

Crab Apple (Malus pumila ou Pyrus-malus)
Para aqueles que são muito preocupados com limpeza, higiene, ordem e perfeição. Sentem vergonha de si mesmo, não se aceitam, sentem-se impuros. Repugnância e receio de se sujar ou contaminar. Preocupação exagerada com pequenos detalhes. Essência depurativa.

Elm (Ulmus procera)
Para aquelas pessoas fortes, altruístas, seguras e confiantes que momentaneamente se sentem inseguras, incapazes e sem capacidade de realizar suas tarefas cotidianas. Para aqueles que, sobrecarregados pelas responsabilidades, sentem-se temporariamente sem forças e esgotados.

Gentian (Gentiana amarella)
Para aqueles que sofrem de depressão por um motivo identificável. Para os desanimados, pessimistas e céticos.

Gorse (Ulex europaeus)
Para os que perderam a fé e a esperança e acham que não vale a pena continuar lutando. Humor sombrio, desistência, fatalistas.

Heather (Calluna vulgaris)
Para aquelas pessoas carentes que querem atrair a atenção das pessoas para si e seus problemas. São egoístas e egocêntricas. Falam o tempo todo de si e monopolizam a conversação. Odeiam a solidão. Estão totalmente envolvidas com seus problemas.

Holly (Ilex aquifolium)
Para a inveja, raiva, desejos de vingança, ciúmes, desconfiança e ódio.

Honeysuckle (Lonicera caprifolium)
para aqueles que vivem lembrando do passado com pesar e saudade. Nostálgicos, saudosistas. Para aqueles que ficam presos nos erros que cometeram, nas oportunidades que perderam no passado e na vida que passou. Desinteresse pelo presente.

Hornbeam (Carpinus betulus)
para aqueles indivíduos que sentem cansaço físico e mental. Fadiga, sobrecarga, preguiça matinal, rotina desgastante. Ajuda nos momentos de readaptações de vidas (casamentos, luto, mudança de cidade, etc). Desinteresse pelas tarefas cotidianas.

Impatiens (Impatiens glandulifera)
Para aqueles indivíduos impacientes, irritados, inquietos, intolerantes, tensos e nervosos. Para a insônia, hipertensão, tensão física e estresses quando associados a este quadro. Para aqueles que falam, comem, andam e se movimentam rapidamente.

Larch (Larix decidua)
Para aqueles que nutrem sentimentos de inferioridade e falta de auto-confiança. Estão sempre na expectativa de fracassar. Auto-censura.

Mimulus (Mimulus guttatus)
Para aqueles que sentem medos cuja origem é conhecida: medo de viajar, de morrer, de ser assaltado, de se ferir, de dirigir, etc. Tímido, reservado, inibido.

Mustard (Sinapsis arvensis)
Para aqueles que padecem de profunda melancolia e depressão de caráter cíclico e sem uma causa definida. Tristeza, desesperança.

Oak (Quercus robur)
Para aquele indivíduo que é um grande batalhador, que assume muitas atividades e responsabilidades a ponto de perder o limite de suas forças. Ele acaba por se sentir exausto e desalentado, mas nem pensa em desistir.

Olive (Olea europaea)
para aquelas pessoas que se sentem exauridas física e psiquicamente. Esgotamento total, sem força, cansaço. Esta essência ajuda a pessoa a se fortalecer e a recuperar o equilíbrio vital.

Pine (Pinus sylvestris)
Para aqueles que nutrem sentimentos de culpa exagerados. Auto-condenação e recriminação, até quando o erro é dos outros. Remorso. Incapazes de se perdoar.

Red Chestnut (Aesculus carnea)
Para aqueles que são ansiosos, apreensivos e temerosos com o que de ruim possa acontecer com seus entes queridos. Superproteção, preocupação excessiva, opressão. Vínculo interior excessivo e patológico com outra pessoa (vínculo simbiótico).

Rock Rose (Helianthemum nummularium)
Para aqueles cujo medo adquiriu tal intensidade que se tornou pânico, terror. Perda de controle devido a um medo extremo.

Rock Water
Para aqueles que são extremamente exigentes consigo mesmo e desejam ser um exemplo. Rigidez moral e negação de suas necessidades. Se auto-impõem férrea disciplina com a finalidade de atingir altos ideais. Auto-repressão e auto-martírio.

Scleranthus (Scleranthus annuus)
Para aqueles que oscilam entre duas diferentes opções. Indecisos, confusos, hesitantes, instáveis. Mudam abruptamente de opiniões e de estado de ânimo. Excêntrico.

Star of Bethlehem (Ornithogalum umbellatum)
Para aqueles que viveram ou vivem alguma situação traumática de natureza física, mental ou emocional. Para aqueles que necessitam de conforto após algum infortúnio. Para choques e traumas.

Sweet Chestnut (Castanea sativa)
Para os casos extremos de angústia e desespero no qual a pessoa sente que está no limite da resistência. Depressão, tristeza. Não enxerga uma saída para sua situação desesperadora.

Vervain (Verbena officinalis)
para aqueles indivíduos que se entregam de modo extremado a uma causa ou idéia. Fanáticos, não toleram as injustiças. Tensos, muito ansiosos e estressados. Entusiasmo excessivo.

Vine (Vitis vinifera)
Para os autoritários, ambiciosos, inflexíveis, tirânicos e insensíveis. Buscam excessivamente o poder. As vezes são sádicos e cruéis. Para aqueles que procuram impor suas vontades sobre os outros. Personalidades muito fortes.

Walnut (Juglans regia)
Para aqueles que estão passando por grandes mudanças: adolescência, menopausa, início ou término de uma relação afetiva, etc. Nesta fase um vínculo profundo com o passado ou o se deixar influenciar por idéias alheias podem desvia-lo do caminho próprio. Recomeço de vida, rompimento com velhos hábitos ou vínculos. Protege contra a negatividade do meio ambiente.

Water Violet (Hottonia palustris)
Para os indivíduos reservados, contidos, solitários, orgulhosos, com sentimentos de superioridade. Independentes, não interferem na vida alheia. São elitistas, desprezam os outros. Frieza emocional e grande auto-valoração.

White Chestnut (Aesculus hippocastanum)
Para aqueles que sofrem com pensamentos repetitivos e que se fixam na mente. Para o diálogo interno constante e incontrolável que atrapalha a concentração e desgasta a pessoa. Pensamentos indesejados e obsessivos que não deixam a mente em paz.

Wild Oat (Bromus ramosus)
Para aqueles que não descobriram sua vocação e estão insatisfeitos ou indecisos com o caminhar de suas vidas. Aborrecidos e entediados com o dia-a-dia, profissionalmente frustrados , incapazes de planejar a vida.

Wild Rose (Rosa canina)
Para aqueles apáticos, sem ambição, resignados com a vida. Insensibilidade emocional, não se entusiasmam com nada. Desvitalizados, fadigas constantes, fatalistas. Entregam-se sem lutar.

Willow (Salix vitellina)
Para as pessoas profundamente negativas que se sentem injustiçadas. Colocam a culpa nos outros pelos próprios infortúnios. Ressentidos, amargos, invejosos e rancorosos. Autocomiseração. Sentem-se vítimas do destino.

    Rescue (Rock Rose, Impatiens, Cherry Plum, Clematis, Star of Bethlehem).
    Composto floral desenvolvido para ajudar as pessoas nas situações de emergência e para os primeiros socorros. Utilizado quando a pessoa vai enfrentar ou está enfrentando situações de grande tensão física, psíquica ou emocional.

Fonte: Regis Mesquita

Toda terça-feira, mulheres cujos bebês estão internados na UTI neonatal da Maternidade Escola da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) se reúnem para participar de uma atividade inusitada. Às 14h, as cadeiras de amamentação são colocadas em círculo, o tapete recebe instrumentos como violão, teclado, pandeiro e chocalho e a sessão musical começa.

O projeto Mame (Musicoterapia no Aleitamento Materno Exclusivo) usa a música para favorecer o vínculo mãe-bebê e incentivar a amamentação. Musicoterapeutas conduzem a atividade, na qual as mães tocam e cantam.

Quando os bebês participam, são tocados acalantos à meia-luz. No fim, há uma conversa sobre a prática.

Martha Negreiros, musicoterapeuta que coordena o projeto, diz que a produção de leite acontece naturalmente devido à ação da glândula hipófise após haver sucção do peito. A descida desse leite, porém, é influenciada por estados emocionais. “A mulher que tem um filho na UTI fica muito fragilizada. Isso atrapalha a amamentação. A música entra para que ela se expresse por meio de canções que fazem parte de sua história”.

Estudo clínico

Para avaliar cientificamente o que já observava na prática, a equipe fez um estudo clínico com 94 mães de bebês prematuros. Na primeira consulta após a alta dos bebês, 88% das mães que participaram da musicoterapia ainda ofereciam aleitamento materno a seus filhos. No grupo controle, o índice foi de 70%. O impacto positivo da musicoterapia foi maior em períodos mais próximos à intervenção, diminuindo à medida que decorria o tempo após a alta.

Não são feitas restrições a estilos musicais. “No início, as mães ficam inibidas, mas deixamos claro que aquilo não é um show. Elas escutam o que gostam: pagode, funk, louvor”.
Outros familiares são incentivados a participar. “Queremos envolver pai, avó, tia… Quando um bebê é prematuro, toda a família é afetada”.

Flávia Mantovani da Folha de S. Paulo

Comer pouco é o modo mais eficaz para ter uma vida mais longa, segundo um estudo de cientistas japoneses que a revista Nature divulga no seu último número.

A conclusão resulta do estudo do efeito que tem a enzima RHEB-1 na duração da vida e de como este componente se altera em função da ingestão calórica de cada indivíduo.

A investigação realizou-se com uma espécie de minhoca, mas a equipa da Universidade de Quioto que fez o estudo, dirigido pelo professor Eisuke Nishida, afirma no trabalho que a teoria é também aplicável aos mamíferos em geral.

Segundo o estudo, “a restrição alimentar é a intervenção mais eficaz e mais reproduzível para alargar a esperança de vida em espécies completamente diferentes”. Nos mamíferos, asseguram os investigadores, constatou-se a existência de dois regimes alimentares que têm uma clara incidência quanto ao prolongar da vida e na redução do número de problemas de saúde relacionados com o envelhecimento.

O primeiro é o “jejum intermitente”, que de acordo com a investigação pode aumentar os anos de vida, inclusive nos casos em que a redução de ingestão de calorias é escassa ou mesmo inexistente.

O outro é “a restrição calórica crónica”, que implica uma redução constante e continuada dos alimentos ingeridos e que também influi na citada enzima, cujo mecanismo subjacente de funcionamento continua a ser um mistério.

Fonte: JN

Uma revisão de 31 estudos, envolvendo cerca de 4.000 pacientes com dor de cabeça crônica mostrou que o tratamento com acupuntura traz melhores resultados do que medicamentos na redução da intensidade e da freqüência das crises.

Coordenados por Tong Joo Gang, do departamento de anestesiologia da Duke University (EUA), os pesquisadores analisaram apenas os estudos controlados e randomizados, usando dados da Cochrane (organização internacional dedicada a a atualização e comprovação de pesquisas médicas), da Medline (base de dados da Biblioteca Nacional de Medicina, dos EUA) e dos estudos controlados da Scopus (base de dados da internet mais de 30 instituições de pesquisa).

Publicada na edição de dezembro do jornal “Anesthesia & Analgesia”, a revisão da Duke University analisou 17 estudos de pacientes com enxaqueca, dez estudos de dor de cabeça tensional e quatro sobre outras formas de dor de cabeça crônica com múltiplos sintomas.

A análise mostrou que 62% dos pacientes que se trataram com acupuntura relataram melhora, contra 45% dos que utilizaram medicamentos. Em média, os pacientes relataram melhora após cinco ou seis sessões de acupuntura.

Tratamentos combinados

Segundo Mario Peres, neurologista do hospital Albert Einstein, em São Paulo, e autor do livro “Dor de Cabeça: o que Ela Quer com Você” (ed. Integrare), ainda há um grande debate sobre a acupuntura. “Já temos conhecimento de muitos estudos positivos, mas não dá para falar em superioridade. Em geral, o melhor são vários tratamentos combinados. A acupuntura é mais uma opção.”

Para Hong Jin Pai, diretor do Colégio Médico de Acupuntura de São Paulo e médico do Centro de Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo, o estudo confirma a eficácia da técnica tradicional. “Além de atuar na dor, ela tem outros efeitos, como diminuir a ansiedade, por isso é mais completa do que [os medicamentos] analgésicos.

Mas nenhum tratamento é 100% eficaz, e há um grupo de pacientes que não responde à acupuntura.” Entre as vantagens da técnica, ele aponta os efeitos colaterais muito menores e o fato de ela ser uma intervenção não-medicamentosa.

Isso é vantagem principalmente porque há um uso abusivo de analgésicos, segundo Elder Machado Sarmento, responsável pelo departamento científico de cefaléia da Academia Brasileira de Neurologia e vice-presidente da Associação Latino-Americana de Cefaléia. “Além de efeitos como agredir a mucosa gástrica, por exemplo, o abuso de analgésicos acaba piorando o quadro da dor.” Mas Sarmento lembra que as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cefaléia não colocam a acupuntura como a primeira opção para o tratamento.

Marcius Mattos Ribeiro Luz, médico do setor de acupuntura da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que as pesquisas com acupuntura só começaram mais recentemente, por isso há menos evidências dos chamados estudos de primeira linha (controlados, randomizados, duplos-cegos).

Para Carlos Eduardo Altieri, neurologista do Núcleo de Tratamento da Dor do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, já está bem comprovada a eficácia da técnica para tratamento de dor de cabeça crônica que tenha um componente muscular importante, causado pela sobrecarga em determinados grupos musculares, como nos do pescoço ou dos ombros. “Nesses casos, que são muito freqüentes, usar a acupuntura como adjuvante traz resultados muito melhores.”

Ele lembra, no entanto, que há diferentes tipos de cefaléia, e não é em todos que acupuntura apresenta a mesma eficácia. “Na enxaqueca pura, sem gatilho muscular, o paciente responde menos, ou responde mal de fato, à acupuntura.”

Folha Online

Florais

Definição

Através da utilização de essências vibracionais preparadas com flores e eventualmente elaboradas conjuntamente com elixires de pedras, a TERAPIA FLORAL, tem por finalidade estimular as potencialidades da alma humana que viabilizam as virtudes das pessoas. “A virtude é uma força moral, uma disposição firme e habitual para a prática do bem”.
E quando estamos nesse estado de praticar o bem com espontaneidade a nossa auto-estima é vigorosa, temos clareza mental, força para mudar hábitos, e conseguimos viver com amorosidade a nossa capacidade de realizar escolhas, favorecendo conscientemente a preservação da saúde física, mental e espiritual.
As essências florais também têm impacto sobre as características vibracionais dos outros reinos da natureza: mineral, vegetal e animal. Podemos reequilibrar um ambiente, melhorar o desenvolvimento das plantas, bem como auxiliar na recuperação dos animais através da indicação pertinente das essências vibracionais.

Dr. Bach, criador do sistema floral inglês de Bach, assim definiu a ação dos seus florais: “Devido às vibrações elevadas, certas flores, árvores e arbustos silvestres têm o poder de elevar nossas vibrações humanas e abrir os canais para ouvirmos as mensagens do nosso Eu Espiritual, inundar nossa natureza com a virtude específica de que precisamos e remover de nós a falha que está causando o sofrimento.”(Edward Bach, 1931)

O que é uma essência vibracional, conforme documento apresentado ao Ministério da Saúde no Brasil?

“Define-se essência vibracional como o preparado natural, artesanal, que traz registrado em seu conteúdo o padrão vibracional de uma ou diversas manifestações da Consciência originária da Natureza, que entram em ressonância com o campo da Consciência de pessoas, grupos, coletividades, animais, ambientes e ecossistemas, agindo como princípio catalisador que ativa processos de expansão e transformação da consciência, despertando seus talentos, virtudes e potenciais latentes, e resultando na restauração da paz, harmonia e equilíbrio.
Pela sua própria natureza vibracional, as Essências Vibracionais não têm impacto direto sobre a bioquímica do corpo, como tem os alimentos, medicamentos farmacêuticos ou drogas psicoativas. Elas não são medicamentos e não substituem com estes meios, sem interferir na ação dos mesmos, pois não possuem princípios ativos de natureza material. Elas atuam por ressonância vibratória entre campos mórficos. Apesar de serem utilizadas prioritariamente na forma de gotas a serem ingeridas, sua indicação para terceiros não se configura como prescrição de medicamentos, podendo então sua indicação ser habilitada a profissionais de quaisquer áreas, desde que capacitados profissionalmente para fazê-lo”
(Fonte: Documento elaborado em outubro de 1998, resultado de um longo trabalho realizado pela união dos produtores, distribuidores de essências vibracionais, terapeutas experientes e representantes da ABREFLOR e entregue ao Ministério da Saúde em Brasília, pelo SINATEN, a fim de liberar as essências florais nas farmácias, uma vez que havia uma ação equivocada da Vigilância Sanitária em todo o Brasil, com relação aos florais).

Histórico

As essências florais foram sintetizadas pelo Dr. Edward Bach, na Inglaterra no começo do século XX, na década de trinta.
Dr. Bach foi um médico sanitarista, especialista em bacteriologia, que em 1917 foi desenganado por seus colegas após uma cirurgia em função de uma hemorragia intestinal. Após três meses de cama, foi dedicar se dia e noite às suas pesquisas, recuperando-se totalmente do quadro físico.

Em 1922, atuava em um renomado hospital de Londres por ocasião de suas descobertas na área de sua especialidade.

Constatou que o agravamento de doenças crônicas, como as reumáticas, estava relacionado com a presença de determinadas bactérias no trato gastrintestinal.

Baseado na idéia de que eliminar esses microorganismos poderia contribuir para atenuar as crises de agravamento dos processos reumáticos, ele desenvolveu vacinas preparadas a partir dessas bactérias intestinais e obteve resultados significativos. Sem conhecer os estudos de Hahneman, Dr. Bach estava comprovando que a administração de doses mínimas de substâncias tóxicas podia curar processos tóxicos causados por substâncias semelhantes.

Ao tomar contato então, com os trabalhos de Hahnneman, Dr. Bach passou a preparar os sete nosódios e administra-los em concentrações homeopáticas, obtendo resultados melhores que com as vacinas injetáveis.

Bach intuiu que a predisposição geral para as doenças era condicionada pela estrutura emocional do paciente. Ele observou que cada pessoa portadora de um dos sete tipos de bactérias intestinais apresentava um temperamento específico. Passou a tratar apenas conforme os aspectos comportamentais, sem valorizar os sintomas físicos das doenças, e os resultados foram encorajadores.

“Bach não gostava de ministrar nosódios preparados a partir de agentes patogênicos. Ele teve o palpite de que existiam na natureza vários remédios vibracionalmente semelhantes… aos quais poderiam superar a eficácia terapêutica dos nosódios. Desse modo, começou a procurar agentes naturais que tivessem a capacidade de tratar, não a doença já estabelecida, mas seus precursores emocionais” (Gerber, R. – Medicina Vibracional)

“Em 1930 resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório em Harley Street e dos dois laboratórios, para buscar na Natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava.” (A Terapia Floral – Escritos selecionados de Edward Bach, Ed. Ground, 1991, pg. 20)

Dr. Bach procurava um método em que fosse possível se preencher o vazio deixado pela eliminação das forças de um agente patogênico, através da força da virtude oposta à atitude que predispôs a pessoa ao sofrimento.

Ele procurava na natureza um remédio que pudesse elevar as vibrações da personalidade, a fim de corrigir o conflito entre o Eu Superior e o Eu Inferior, que gera distúrbios e desequilíbrios da homeostase no homem.

Bach era uma pessoa muito sensível capaz de sentir reações físicas e emocionais ao se aproximar das plantas, e com essa habilidade e sua determinação interior passou a pesquisar as essências florais em 1930, com foco na sua própria busca de auto-equilíbrio. Posteriormente passou a utilizar as tinturas vibracionais com outras pessoas, realizando gratuitamente seus atendimentos.

Sintetizou o sistema com 38 Essências Florais, sendo uma ambiental preparada da água pura de uma fonte (Rock water) e uma fórmula de emergência com cinco flores.
Ele pesquisou remédios com o desejo de destina-los à utilização simples das pessoas, para que elas mesmas pudessem se cuidar a partir da auto-observação. A experiência foi demonstrando que em situações agudas de estados emocionais o autotratamento não oferece problemas, e em casos crônicos já não é recomendável, pois os bloqueios emocionais inconscientes dificilmente são evidenciados ou interpretados com objetividade. É preciso então uma orientação mais treinada para que o objetivo terapêutico de “ajuda para a auto-ajuda”, seja alcançado.

Depois de sua morte em1936, após um trabalho intenso e desgastante, o Centro de Cura Dr. Edward Bach na Inglaterra continuou a preparar as essências florais, que foram utilizadas na Europa e nos Estados Unidos conforme os critérios estabelecidos pelo Dr. Bach.

Em 1978 o trabalho do Dr. Bach com as flores foi citado em uma Conferência Internacional da Organização Mundial de Saúde, em Alma-Ata, URSS, sobre Cuidados Primários de Saúde.

Em 1983 a utilização das essências florais de Bach é citada em um livro patrocinado pela OMS e intitulado: Traditional Medicine and Health Care Coverage, de autoria dos especialistas Robert H. Bannerman, John Burton e Chën Wen-Chieh, no qual há uma síntese das várias práticas medicinais paralelas, pelas várias regiões do mundo. O propósito do livro é sensibilizar os dirigentes e governos de todos os povos, principalmente dos países pobres e em desenvolvimento, para o grande acervo de conhecimento milenar existente (não cientificamente catalogado) e para o enorme potencial de trabalho dos terapeutas e práticos, cuja mobilização e incorporação aos sistemas de saúde seriam de importância vital para a estabilidade da humanidade do próximo milênio ” (Origanum – ano IV, no. 27 – pg. 08, 1996)

A demanda de pedidos dos kits de essências ganhou uma dimensão imensa e o Centro Bach passou a se organizar para atender essa expansão com uma farmácia que impulsionou a produção dos Kits.

Recentemente um pesquisador chamado Julian Barnard passou a sintetizar de uma forma simples o mesmo sistema, seguindo os passos de Bach, produzindo então artesanalmente, o sistema Healing Herbs, que por questões legais de mercado e marketing não pode ser chamado de sistema Bach. Temos disponíveis, portanto, duas marcas de produto que dizem respeito às essências florais inglesas, ou essências florais de Bach.

E de 1936 até 1970, embora se tenha utilizado diferentes flores em experimentos semelhantes às abordagens dessa terapêutica, somente em 1979, na Califórnia foi fundada a FES – Flower Essences Society , que possibilitou uma grande troca de informações a respeito do uso das essências florais e sobre a estruturação da pesquisa de novas essências da região.

A iniciativa consistente e bem organizada abriu campo para muitos aprofundamentos sobre as formas de utilizar as essências vibracionais, permitindo a reprodução de experiências bem sucedidas e a divulgação das mesmas, caracterizando um grande avanço na indicação das essências florais, a ponto de se caracterizar hoje em dia uma nova terapêutica chamada Terapia Floral, que vai ganhando espaço conforme os diferentes níveis de realidade em cada país, ou região onde é utilizada, caracterizando diferentes etapas de formas de prática, mais ou menos aprofundada de conhecimentos.

No Brasil, por exemplo, observamos que nas principais capitais cresce a divulgação da utilização das essências florais de uma forma mais diferenciada, onde cursos mais aprofundados reúnem profissionais de todas as áreas para aprender sobre as indicações das essências e trocar experiências, propiciando uma etapa inicial de profissionalização da arte de indicar floral.

E é muito maior o número de pessoas que utilizam as essências por auto-indicação e que se aventuram a cuidar dos amigos e familiares após ler sobre as essências florais. Observamos que não existem perigos nesses casos, e sim que realizam um exercício intuitivo de contato com seus curadores internos, quando isso se trata de cuidar de si, mas que necessitam de maiores conhecimentos e treinamentos para aplicarem esses cuidados em outra pessoa sem estabelecer relações de co-dependência ou controle sobre elas.

Nesses casos não basta apenas saber o repertório de um sistema floral, havendo a necessidade de se conhecer os mecanismos da responsabilidade em se estabelecer uma interação terapêutica vibracional, que envolve conhecimentos básicos sobre os campos sutis de energias da natureza que nos envolve e dos processos de evolução da natureza humana.

Na década de 80 inspirados pela experiência e propósito de Bach, surgiram muitos outros pesquisadores no mundo todo. Atualmente sabemos da existência de mais de uma centena e meia de sistemas florais em todo o planeta.

No Brasil, A ABREFLOR – Associação Brasileira de Essências Florais (www.abreflor.com.br ) , criada em 1991, assinala a existência de cerca de vinte e três sistemas nacionais, sendo que pelo menos dez já estão sendo vivenciados há bastante tempo com eficiência .

Segundo a ABREFLOR, o Brasil conta hoje com algumas centenas de Terapeutas Florais (pessoas com ou sem formação a nível superior, de diversas áreas e que se aprofundaram em estudos e treinamentos terapêuticos, tornando-as conhecedoras dos mecanismos de ação das essências vibracionais, bem como dos processos de interações vibracionais entre os seres viventes e a natureza), e milhares de Indicadores de essências florais (que são as pessoas que se utilizam das essências florais , baseadas apenas no conhecimento das indicações gerais dos repertórios dos sistemas florais). E todos são muito importantes no contexto de Promoção da Saúde como bem estar físico, emocional, mental e espiritual da população .(Definição de Promoção de Saúde conforme a Primeira Conferência de Promoção da Saúde em Port of Spain, Trinidad Tobago, em 1993).

Aplicações das Essências Florais

A prática da Terapia Floral vem de encontro a uma visão futurista conforme a visão do Dr. Bach abaixo, porém passível de concretização, sempre que for exercida com bases éticas.
A definição de Saúde no seu âmbito mais profundo e abrangente, exige a compreensão dos diferentes níveis de realidade da humanidade conforme uma visão multi, inter e transdisciplinar de todo e qualquer conhecimento que promover a vida, tanto em nível individual quanto coletivo.

Sendo assim a prática da Terapia Floral não é exclusividade de uma única classe de profissionais, uma vez que tem aplicabilidade: – nas várias áreas da Saúde, inclusive Veterinária, na Psicologia, na Educação, na área Empresarial, na Biológica (Ecologia ambiental, botânica, etc), etc.

Em todas as abordagens aqui apresentadas sobre as APLICAÇÕES DAS ESSÊNCIAS FLORAIS, procuraremos abranger trabalhos em todas as áreas, evidenciando que a busca de equilíbrio em todos os setores do desenvolvimento da vida e da relação humana,implicam em promover a Saúde.

A prática da Terapia Floral vem de encontro a uma visão futurista conforme a visão do Dr. Bach abaixo, porém passível de concretização, sempre que for exercida com bases éticas.

A definição de Saúde no seu âmbito mais profundo e abrangente, exige a compreensão dos diferentes níveis de realidade da humanidade conforme uma visão multi, inter e transdisciplinar de todo e qualquer conhecimento que promover a vida, tanto em nível individual quanto coletivo.

Sendo assim a prática da Terapia Floral não é exclusividade de uma única classe de profissionais, uma vez que tem aplicabilidade: – nas várias áreas da Saúde, inclusive Veterinária, na Psicologia, na Educação, na área Empresarial, na Biológica (Ecologia ambiental, botânica, etc), etc.

Em todas as abordagens aqui apresentadas sobre as APLICAÇÕES DAS ESSÊNCIAS FLORAIS, procuraremos abranger trabalhos em todas as áreas, evidenciando que a busca de equilíbrio em todos os setores do desenvolvimento da vida e da relação humana,implicam em promover a Saúde.

” A doença nunca será curada ou erradicada pelos atuais métodos materialistas, pela simples razão de que a doença, em sua origem não é material.
Aquilo que chamamos de doença é o resultado último produzido no corpo, o produto final de forças profundas e há muito atuantes; e, mesmo que o tratamento material seja por si só, aparentemente bem sucedido, isso nada mais é que um alívio temporário a menos que a causa real tenha sido removida.
A moderna tendência da ciência médica, ao mal interpretar a verdadeira natureza a doença e se concentrar em termos materialísticos no corpo físico, tem aumentado imensamente o poder da doença; primeiro, ao desviar o pensamento das pessoas da verdadeira origem da doença e, portanto, do método eficaz de atacá-la; segundo, ao localizar a doença no corpo, assim obscurecendo a verdadeira esperança de recuperação e fazendo surgir um poderoso complexo doentio de medo, que nunca deveria ter existido.
A doença é no seu cerne, o resultado do conflito entre o Eu Superior e a Personalidade, e nunca será erradicada exceto pelo esforço espiritual e mental…”
Bach entendia ainda, que somos a causa do nosso sofrimento: “A doença é apenas e tão somente corretiva. Ela não é vingativa e nem cruel; mas é o meio adotado pela nossa Alma para nos mostrar os nossos erros, nos impedir de cometer erros ainda maiores…”
“As verdadeiras doenças básicas do ser humano são defeitos tais como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância , a indecisão e a avidez” (Bach, E. Ye Suffer from Yourselves, 1931 – Citação de: Scheffer, M.- A Terapia Original com as Essências florais de Bach, Ed. Pensamento,1999)

(Fonte: Bach,E. – Os Remédios Florais do Dr. Bach – Cura-te a ti mesmo – Ed. Pensamento, 1995)

“As emoções não estão na cabeça. Existe uma consciência celular. Existe sabedoria em cada célula. Cada simples célula tem seus receptores. A energia emocional chega primeiro e então peptídeos são liberados em toda a região… As emoções estão em dois reinos. Estão no reino físico, molecular, material, mas também no reino espiritual. São quase como um elemento de transição, que vai e volta. Eis porque as emoções são tão importantes” ( Dr. Candace Pert, autor de Molecules of Emotion, pesquisador em psiconeuroimunologia. Citação de Kaminski,P. – Flores que Curam, Ed. Triom,pg.34, 2000)

“A cura deixará o domínio dos métodos materiais de tratar o corpo físico e passará para o domínio da cura espiritual e mental, o qual ao harmonizar a alma e a mente, irá erradicar a própria causa básica da doença e então permitir que se usem os meios materiais que possam ser necessários para a cura completa do corpo.

Parece bastante possível que, a menos que a classe médica perceba esses fatos e acompanhe o crescimento espiritual das pessoas, a arte da cura passe às mãos de ordens religiosas ou daqueles curadores natos que existem em todas as gerações mas que, no entanto, vivem mais ou menos na obscuridade, impedidos pelas atitudes ortodoxas de seguir sua vocação natural” (Bach,E. – Ye suffer from yourselves, 1931).

O profissional preparado a cuidar de pessoas com a Terapia Floral , não se esquece da pessoa que é ou a que precisa se tornar, entende que não tem o direito de julgar ou constranger o outro com a sua sapiência. ‘E um facilitador de virtudes, sensível às falhas da alma do outro, e que com compaixão não perde de vista as potencialidades que as pessoas possuem e que precisam ser despertadas e cultivadas. Eticamente, simplesmente realiza um ” parto da luz” singular de cada ser que ajuda a evoluir.

Eneida Mara Gonçalves
Biomédica Acupunturista e Terapeuta Floral
Vice-Presidente da ABREFLOR – Associação Brasileira de Essências Florais)
Site: Medicina Complementar

Cromoterapia Científica

Quando se fala de Cromoterapia, é comum pensar-se apenas em um tratamento de chakras e de órgãos com as luzes coloridas, banhos de luz e “receitas” de cores para cada distúrbio, como se fosse usada apenas para retirar os sintomas. Mas a cromoterapia científica – cujos expoentes foram três médicos (Edwin Babitt, Dinsha Ghadiali e John Ott) – vai muito além disso. Apesar do nome, não trata apenas distúrbios, mas também desenvolve capacidades tanto pessoais (auto-confiança, auto-estima) como espirituais/paranormais (clarividência, amor, perdão, etc).

A cromoterapia é um sistema holístico (do grego holos = todo, total) de medicina natural que usa as cores para equilibrar a mente, as emoções, a parte energética e o organismo físico, tratando o paciente como um todo, aliviando seus sintomas, mas buscando as suas causas.

Um dos seus princípios é que as cores alteram a matéria do corpo físico, o qual compõe-se de átomos; quando energizados pelas cores, equilibram-se e reagrupam-se mais harmoniosamente, promovendo uma melhora que aumenta a confiança do paciente.

A cromoterapia científica concilia bem a ciência com a espiritualidade, as quais não podem mais ficar separadas, pois aprendemos que somos formados por corpos de energia: o físico, o corpo vital ou etérico, o corpo emocional, o corpo mental e os três corpos espirituais.

Segundo a medicina psicossomática, 90% das doenças têm origem na mente (pensamentos) e nas emoções, e por isso usamos técnicas de diagnóstico que descobrem a existência de alguma enfermidade já presente nesses níveis de energia e a caminho do corpo físico, podendo ser dissolvida ainda no nível energético e assim impedindo que somatize-se no corpo físico. Naturalmente, essas técnicas descobrem também as causas dos desequilíbrios que já estejam atingindo o organismo, bem como as cores que ajudarão a corrigir o problema. Para isso há dez técnicas de diagnóstico – dentre elas a radiestesia (uso do pêndulo) – compostas por aparelhos especiais e pela intensa utilização das mãos – nossos primeiros instrumentos de diagnóstico e de tratamento.

Portanto, não há “receitas” de tratamento que sirva para todos: cada paciente é único e tem uma necessidade energética diferente.

Um outro benefício da cromoterapia científica é que o cromoterapeuta corretamente preparado na arte da radiestesia, consegue informar ao paciente a cor e a nota musical correspondentes ao seu Raio ou Cor Individual, que o fazem vibrar novamente em harmonia consigo mesmo e com o universo . É o SEU som/cor pessoais. Em termos simples, todos nós nascemos sob a influência de um Raio ou “personalidade da alma” que nos dá as qualidades pessoais e os dons necessárias para desenvolver com sucesso a nossa tarefa de vida. E esse Raio corresponde a uma cor, a um som e a um Mestre Espiritual da Humanidade. Sabendo o seu Raio ou cor individual, o paciente fica conhecendo melhor as forças que em parte influem no seu modo de ser e pode então direcionar-se mais conscientemente para a realização do seu potencial e tarefa de vida, tornando-se mais satisfeito consigo e mais harmonizado com o mundo que o rodeia. Como exemplo, o Raio azul é o da Vontade-Poder, das pessoas que dão início à realização de idéias com determinação, dos líderes, dos pioneiros; o Raio rosa é o do Amor Universal, das pessoas que buscam ajudar as outras pessoas, reconciliá-las, uni-las. Um livro de cabeceira a respeito dos Sete Raios chama-se “Haja Luz”, editado pela Ponte para a Liberdade.

O tratamento na cromoterapia científica compõe-se de dez técnicas e de dezesseis métodos dos quais serão escolhidos os mais adequados ao caso do paciente. Dentre eles estão os cristais, a água solarizada, os alimentos, o banho de luz colorida, o banho de sol (helioterapia), as roupas e a música. A sala de cromoterapia é iluminada por uma luz verde – cor neutra e de equilíbrio – que fecha buracos na aura do paciente (causados por problemas emocionais e pensamentos negativos constantes) por onde ele perde energia vital e penetram energias negativas destruidoras principalmente do seu sistema nervoso. Assim, ao chegar ele já começa a ser ajudado sem o perceber. Tanto o cromoterapeuta quanto o paciente usam roupas brancas.

São oito as cores usadas na cromoterapia científica e cada uma delas produz um efeito benéfico no organismo e trata determinados distúrbios. São elas: o vermelho, o laranja, o amarelo, o verde, o rosa, o azul claro, o índigo (azul-marinho) e o violeta.

Por exemplo, o vermelho é estimulante: vitaliza o corpo, os órgãos e a personalidade; aquece, acelera os batimentos cardíacos e a circulação; desperta o desejo sexual, retira o cansaço, abre o apetite, fortalece músculos e ossos; dissolve pedras nos rins e vesícula; ao nível emocional alegra, dá iniciativa, coragem, otimismo e entusiasmo. É indicado para pessoas com desânimo, impotência, frigidez, pressão baixa, anemia, resfriado, fraqueza, paralisia, fraturas. Entretanto, é contra-indicado para pessoas agitadas, idosas ou com problemas cardíacos, mentais, pressão alta, arteriosclerose, tumores, febre, hemorragias, “derrame”, insônia e mulheres na fase menstrual ou grávidas. Por representar a vitalidade, podemos utilizá-la em pessoas anêmicas, apáticas e sem ânimo.

Já a cor Laranja elimina problemas respiratórios, desperta o desejo sexual, alivia convulsões, produz leite materno, rompe repressões, bloqueios mentais e emoções reprimidas, melhora a circulação sanguínea e a digestão, facilita a assimilação de novas idéias, dissolve pedras nos rins e vesícula; ao nível emocional aumenta o otimismo, alegria, autoconfiança, auto-estima, sendo excelente para depressão, estresse, medo e desânimo. É indicado para obesidade, bronquite, impotência, frigidez, resfriado, cansaço, falta de apetite, reumatismo, inflamações urinárias, diabetes, artrose, paralisia, prisão-de-ventre, fraturas, contusões. Todavia, é contra-indicado para pessoas nervosas, gestantes, apendicite. Para obesidade, recomendam-se alimentos de cor vermelha e laranja; um copo de água energizada laranja entre as refeições; cremes cromatizados nas áreas mais afetadas, dieta, banhos de luz laranja e tratamento da emoção causadora da fome excessiva: ansiedade, depressão, vazio interior, solidão, carência afetiva, etc.

O amarelo é tonificante; estimula os nervos, o aparelho digestivo, as células cerebrais (melhorando a concentração, memória e raciocínio), os movimentos peristálticos dos intestinos (eliminando a prisão-de-ventre) e os músculos; regenera ossos e medulas ósseas; desintegra cálculos renais e biliares; limpa toxinas da corrente sanguínea (pois ativa o sistema linfático), muco, vermes, cicatrizes e outros problemas de pele; ao nível emocional alegra, anima, equilibra, tratando: depressão, cansaço mental, stress emocional. É indicado para paralisias, eczemas, intoxicação, diabetes, problemas digestivos, hemorróidas, hanseníase, dispepsia, azia, fraturas ósseas, memória fraca, dificuldade de aprendizado. Entretanto, é contra-indicado em casos de excitação mental, histeria, taquicardia, alcoolismo, febre, hemorragia, insônia, diarréia e doenças mentais.

O verde acalma, regenera tecidos, fecha buracos na aura, estimula o sistema imunógico, é antiinflamatório e antiinfeccioso. Acelera a cicatrização e equilibra a pressão arterial. É excelente para úlcera, problemas do coração, câncer de mama, gripe, traumatismos ósseos ou musculares e problemas digestivos. Ao nível emocional alivia tensões, raiva e insônia, sendo indicado para desequilíbrios emocionais profundos, traumas e grande enfraquecimento espiritual. O verde não tem contra-indicações, sendo já a cor do uniforme de muitos médicos e dos quartos de Hospitais Públicos como o Miguel Couto e o Lourenço Jorge.

O rosa tem as mesmas indicações e contra-indicações do vermelho, mas além disso desintoxica a corrente sanguínea, é afrodisíaco, diurético, descongestionante e reenergiza o cromoterapeuta. Ao nível emocional anima, alegra, limpa mágoas, aumenta a auto-estima e o amor ao semelhante.

O azul é calmante, antiinflamatório, antiinfeccioso, antisséptico, regenerador celular de músculos, vasos sanguíneos e ossos. Muito usado em estética para problemas de pele (acne, rachaduras, micose, erupções, queda de cabelos, calvície, etc.). Alivia a dor, limpa energias negativas da aura, absorve e elimina gases estomacais e intestinais, lubrifica articulações, tubo digestivo e reto (prisão-de-ventre) e tecidos. Diminui os batimentos cardíacos e a fome. Alivia queimaduras, facilita a meditação, estimula a intuição e a paranormalidade (clarividência, clariaudiência, etc.). Ao nível emocional é bom para traumas, insônia, preocupação, nervosismo, ansiedade. É indicado para febre, problemas de garganta, reumatismo agudo, epilepsia, palpitações, hemorragias, sarampo, rubéola, varíola, afta, icterícia, diarréia, envenenamento, tumores. Porém, é contra-indicado em resfriados, pressão baixa, paralisias e pessoas apáticas.

O índigo tem as mesmas indicações e contra-indicações do azul, mas além disso coagula o sangue, produz poderosa anestesia local ou geral, desliga temporariamente a consciência do mundo externo e do corpo, elevando-a a dimensões superiores/interiores; afasta energias negativas; diminui a atividade da glândula tireóide e o ritmo respiratório; provoca a projeção (viagem) astral; promove grandes transformações em todos os níveis do ser. Ao nível emocional é bom para medo, frustração, perversão e obsessão.

E o violeta acalma, cauteriza, é um antibiótico; cauteriza infecções sérias, inflamações, tumores e rupturas; paralisa infecções; bactericida (limpa feridas internas e externas); age sobre os vícios; diminui os batimentos cardíacos, desperta intuições e inspira (útil para artistas); aumenta o poder da meditação; elimina toxinas da corrente sanguínea e tem uma ação germinativa sobre os cabelos. Ao nível emocional elimina o ódio, a irritabilidade, a cólera; acalma todas as emoções violentas, diminui a angústia e o medo, sendo bom para nervosismo, ciúme, temperamentos “a flor da pele”, excitabilidade, tensão, insônia e estresse. O violeta não tem contra-indicações.

Além do uso das luzes coloridas, muito importante é reprogramar positivamente a mente do paciente para a cura, observando as frases, as crenças, os pensamentos negativos que ele sem perceber manifesta no decorrer da entrevista inicial e das consultas, pois como já diziam os antigos, “mente sã em corpo são.”

Professor Antônio Vieira
(Publicada na Revista “Intrigante ” em Novembro/2001 e nos jornais Prana, Ganesha e Essência Vital em 2000)

Para obter todo material de pesquisa sobre a vida e a abra de Edward Bach e escrever este texto que compartilho com vocês tive a ajuda da terapeuta floral Luciana Chammas, do trabalho de pesquisa da biografia do Dr Bach pela terapeuta floral Regina Oliveira e de diversos livros que mencionam trechos de sua vida, seu pensamento, sua orientação interior: As Descobertas Médicas de Edward Bach, de Nora Weeks; The Original Writings of Edward Bach, de Judy Howard e John Ramsell; A Terapia Floral – Os Escritos Selecionados de Edward Bach (que contem os textos completos de “Cura-te a Ti Mesmo” e de “Liberte-se”),organizado por Dina Venâncio; The Story of Mount Vernon, de Judy Howard; Form&Function, de Julian Barnard; Apostila do Curso ‘Aprenda a Usar Florais de Bach, da Healingherbs’

Ao olharmos para a obra de Edward Bach, médico inglês, nascido em Moseley, na Inglaterra, em 24 de setembro de 1886, portanto há 120 anos atrás, se focalizarmos nos conceitos e na filosofia que estão por detrás de suas descobertas, concluímos que ele foi uma pessoa muito à frente de seu tempo.

Analisando mais detalhadamente sua biografia, aprendemos também que além de extremamente intuitivo ele era um homem muito estudioso, dedicado ao trabalho e à cura, fosse como médico alopata, sanitarista, homeopata ou simplesmente herbalista, como ele gostava de ser chamado depois da descoberta das essências florais.

Ele nasceu numa das regiões da Grã Bretanha que abrigou, em passado longínquo, a antiga cultura celta, guardiã de tradições religiosas ligadas à natureza.
Os celtas se relacionavam com as forças sutis ou espirituais dos fenômenos da natureza e com os seres elementais em seu cotidiano. Podemos imaginar que a alma do Dr Bach escolheu a dedo o lugar onde encarnar!

Edward Bach teve como seus contemporâneos outras almas de deixaram marcas importantes no mundo como Gandhi, Rudolf Steiner, Albert Einstein, Sigmund Freud, Tolstoi, Pessoa, Chaplin, Monteiro Lobato, Villa Lobos, Hitler…

A Dra Carmen Monari, grande estudiosa, médica, terapeuta e educadora dos Florais de Bach incluiu em um de seus livros o significado do nome do Dr Bach:
Edward de origem teutônica, siginifica “aquele que precisa ser o guardião alerta de seus sentidos”

Bach em sua origem alemã significa “fonte de água” e em sua origem persa significa “jardim”.
Filho primogênito de família descendente do País de Gales, Edward foi um bebê de saúde delicada. Mas passados seus primeiros meses de vida ele foi se tornando uma criança cheia de vitalidade.

Desde pequeno se sobressaia por sua capacidade de concentração e por sua grande determinação. Era independente e tinha um imenso desejo de saber.

Era bem humorado e alegre, mas já desde menino tinha o hábito de sair sozinho pelos campos e se sentar para observar detalhes da natureza.

Desde criança também já tinha o ímpeto de ajudar a qualquer ser que estivesse passando por uma aflição, fosse um animalzinho ou uma pessoa.

Ainda menino já falava em ser médico!

Aos 16 anos concluiu os estudos e foi trabalhar na empresa de seu pai – uma usina de fundição de cobre, porque sabia que cursar a escola de medicina seria muito caro.

Ainda nessa época, trabalhando nas Usinas Bach, Edward observava os problemas de saúde dos operários de seu pai e a pobreza de recursos e de tratamentos, levando ao uso quase que sempre apenas de paliativos para atender as queixas.

O jovem Edward, tocado por essas questões dos operários tomou então nesse período a decisão de que como médico encontraria um método simples de cura verdadeira que tranqüilizaria as mentes e os corpos.

Esse episódio certamente o ajudou a fazer sua escolha final, pondo fim ao seu questionamento interior a respeito de se deveria vir a ser médico ou teólogo.

Não agüentando mais o confinamento imposto pelo trabalho na usina de seu pai, Edward alistou-se no Corpo de Cavalaria e nesse período pôde voltar a se deleitar por estar novamente em contato com a natureza.

Até que finalmente teve uma conversa decisiva com seu pai que se ofereceu para pagar sua Universidade para que ele pudesse cursar medicina.

Durante o período em que cursou medicina e por vários anos depois evitava ir aos parques de Londres ou estar em meio a natureza, porque sabia que a força do chamado da mãe natureza para ele seria forte demais para suportar.

No mesmo ano em que formou-se médico, Edward, agora sim o DR Bach, casou-se com sua primeira mulher.

Começou sua carreira médica como alopata, num Pronto Socorro de Londres (Casualty House Surgeon).

Logo, passou a trabalhar como bacteriologista, numa época em que a medicina avançava em grandes estudos sobre imunologia.

Pasteur e outros grandes cientistas já haviam aberto as portas para esta nova área de cura e acreditava-se que bacteriologia e imunologia eram as chaves para a saúde mundial e o futuro da medicina.

O cientista Edward Bach descobre vacinas que eram preparadas utilizando diversos tipos de bactérias. Os resultados obtidos foram muito além de sua expectativa. Mais tarde Bach usou dessas vacinas durante a grave epidemia de gripe espanhola, salvando milhares de vidas dentre as tropas militares.
Durante a epidemia ele se questionava: porque em meio a uma infecção tão poderosa, uma parte da população sucumbe, enquanto a outra parte continua saudável? Com tantos infectados, por que alguns continuavam intactos?
Sua experiência clínica já havia demonstrado a diferença de atitude emocional que seus pacientes demonstravam diante da doença. E esta atitude influenciava o prognóstico.

Durante a 1ª. Guerra Mundial,tentou em vão se alistar, mas como sua própria saúde nessa época já era frágil ele nunca foi aceito.
Acabou ficando mesmo em Londres onde foi responsável por 400 leitos de feridos de guerra, no Hospital Universitário.

Nessa época nasce sua filhinha; falece sua primeira esposa e ele se casa novamente.

Logo depois Edward adoece seriamente sofrendo uma cirurgia da qual nem seus amigos médicos acreditavam que ele poderia se recuperar.
Mas assim que pôde voltou ao trabalho de maneira ainda mais intensa do que antes. Trabalhou dia e noite, sem perceber o tempo que passava, até que se viu mais forte e saudável do que jamais fora.
E este foi mais um elemento em sua vida que lhe mostrou o caminho que deveria percorrer: o envolvimento apaixonado por um propósito nos faz fortes e livres de doenças.

Deixa, então de atender no Hospital Universitário por não concordar com as novas regras impostas e abre um novo consultório onde atende os pobres sem cobrar.

Nessa mesma época é iniciado na Maçonaria.

Em 1919, Dr. Bach ingressou no Hospital Homeopático de Londres, trabalhando ainda como patologista, não como homeopata. Até então, suas vacinas eram administradas através de injeções subcutâneas.

Ao tomar contato com a obra de Hahnemann, ele mudou o modo de preparo de sua vacina, para que elas pudessem ser administradas oralmente.
E segue trilhando seu caminho em direção ao sutil.

Nesta época, estava muito entusiasmado com as idéias de Hahnemann e acreditava que a alopatia e a homeopatia tomariam rumos convergentes, ou seja, o caminho que ele próprio estava seguindo.

Sabemos que a homeopatia oferece um retrato mais fiel da saúde e da doença no ser humano, porque ela considera também o estado mental. E este fato levou Dr. Bach a abraçar esta modalidade da medicina.

Na década de 20, Dr. Bach era um médico homeopata reconhecido, trabalhando com uma equipe de assistentes. Desenvolveu os 7 Nosódios de Bach, que eram usados para tratar diferentes doenças.

Já havia sido indicada por Hahnemann a idéia de que existia uma associação entre personalidade e fatores físicos.
Dr. Bach queria entender o ser como um todo e escreveu que o objetivo do médico deveria ser mais do que a cura, a prevenção às doenças. Para ele era claro que o corpo humano não poderia se transformar num campo de batalha para a medicina.

Em um discurso feito à Sociedade Homeopática, em 1920, Dr. Bach já demonstra certa crítica à maneira como as vacinas estavam sendo usadas: o médico queria um remédio fácil de ser prescrito, enquanto os laboratórios queriam fabricar remédios em grande escala e vendê-los.

Pouco tempo depois Dr Bach separa-se de sua segunda esposa e deixa seu cargo no Hospital Homeopático.

Consta que por volta de seus 42 anos, Edward Bach entediado em um jantar da sociedade, começou a atentar para as atitudes dos convidados e teve os primeiros insights sobre os temperamentos, que mais tarde ele descreveria como os 12 estados mentais.

Pouco tempo depois ele, atendendo um chamado interior, fez uma viagem até o País de Gales e encontrou Impatiens e Mimulus, mas preparou essas duas flores como os remédios ou vacinas que ele utilizava na época.

Ainda não satisfeito, Edward decidiu deixar completamente sua vida e prestígio em Londres e sob protesto de seus colegas médicos, que o tinham como um líder e um gênio da pesquisa, ele foi viver no campo para poder se dedicar aquilo que sentia ser sua missão do momento: Descobrir os tipos ou estados mentais e os novos remédios que pudessem curar aquelas pessoas.

Vale lembrar que, ao deixar Londres, por engano, trocou a mala onde levava seus instrumentos de pesquisa pela mala de sapatos. Como nada é por acaso, descobriu que estes seriam os instrumentos necessários nesta sua nova fase de pesquisas: sapatos para percorrer incessantemente campos ingleses em busca de plantas que curassem as dores da alma humana.

Nora Weeks, juntou-se ao Dr Bach nessa empreitada e veio a ser sua devotada e incansável assistente.
São dela os desenhos que mostram os locais onde o Dr Bach encontrava as flores e preparava as essências florais.

Entre 1930 e 1932 Dr Bach encontrou e preparou as essências florais daqueles que ele mesmo chamou de Os Doze Curadores: Impatiens, Mimulus, Clematis, Agrimony, Chicory, Vervain, Centaury, Cerato, Scleranths, Water Violet, Gentian e Rock Rose ainda escreveu o tratado Cura-te a ti mesmo.

Ele já cuidava de seus pacientes dessa época com seus novos elixires com muito sucesso.
Escreveu vários artigos publicados em periódicos ligados à medicina homeopática e ao final de 1932 escreveu Liberte-se. Obra muito importante em que fala com simplicidade a respeito de como o homem pode aprender a usar sua intuição e a confiar em si mesmo, e em sua orientação interior, tornando-se assim saudável, útil e feliz. A este texto ele acrescenta a descrição das suas essências florais.

Pouco pode-se dizer, uma vez que não temos nada escrito sobre a religião ou a filosofia que Edward Bach seguia. Mas, em seus escritos, podemos destacar referências a Buda, Cristo, Grandes Mestres da Fraternidade Branca. Ainda em seus escritos lê-se expressões como Eu Superior, Guia Divino, Imortalidade da Alma, Vidas Sucessivas… Alguns relatos falam sobre uma estreita relação com a Maçonaria. É difícil afirmar em que escola ou tradições espirituais ele se inspirou, mas através de seus escritos, temos a certeza de que o foco de seus estudos era o contexto espiritual dos seres humanos.

Dr. Bach nos deixou um caminho para a cura. Ele dizia:
“A prevenção e cura acontecem quando localizamos o erro dentro de nós mesmos e suprimimos este defeito por meio do cuidadoso aprimoramento da virtude que o destruirá; não combatendo diretamente o erro, mas desenvolvendo tanto estas virtudes que ele chegue a ser varrido de nossas naturezas”.

Durante esses primeiros anos de pesquisa e preparo das Essências Florais Edward Bach viveu em Cromer, a beira mar, e viajava para encontrar as flores de que precisava para ir completando sua obra.

Trabalhando com os Doze Curadores percebeu que alguns pacientes não mostravam muito progresso, mesmo sabendo que havia identificado corretamente seu tipo de floral. Percebeu que algumas pessoas tinham estados crônicos: haviam sofrido doenças ou desequilíbrios em suas vidas por tanto tempo, que estes estados tornaram-se profundamente enraizados ou cristalizados.
Em 1933 Dr. Bach identificou mais quatro novos florais, aos quais chamou de Quatro Auxiliares. Ele dizia que essas novas essências eram, em sua palavras para: “…pessoas que se acostumaram à doença num tal grau que esta se torna parte de sua natureza”.

Sua sugestão foi a de que os Quatro Auxiliares poderiam tirar estes sofredores de seu estado de estagnação e impulsioná-los para uma atividade totalmente nova. Voltariam, então, para as dificuldades originais de seu tipo de floral, e poderiam ser auxiliados por um dos Doze Curadores. Os Quatro Auxiliares são Gorse, Oak, Heather e Rock Water. Mais tarde agregou a este grupo mais três: Vine, Olive e Wild Oat. Somaram então os 7 auxiliares.

De tempos em tempos Dr. Bach escrevia sobre a responsabilidade dos pacientes em analisar suas próprias vidas para achar as causas de sua doença, que ele acreditava serem advindas de problemas espirituais e emocionais que terminavam por levar a uma doença física.

Tratando de pacientes em Cromer, elaborou uma combinação de remédios florais para ser usada em casos emergenciais: Impatiens para tonificar a mente e o coração, dissolvendo o stress, Clematis, para trazer as forças da consciência para o momento presente e Rock Rose para fortalecer a coragem evitando o pavor provocado nestas situações. Mais tarde, acrescentou a esta fórmula outras 2 essências florais: Star of Bethlehem, evocando o poder das forças espirituais protetoras para a cura de traumas e Cherry Plum, para a manter a paz interior e o equilíbrio da mente. Assim nasce o Rescue ou Five Flowers como conhecemos hoje.

Em 1934, depois de muito andar por campos ingleses e acreditando estar pronto seu sistema de cura, fixou residência na vila de Sotwell. Alugou uma casa com o nome de Mount Vernon.

Atendia seus clientes, cuidava do seu jardim e construía seus próprios móveis, acreditando que seu sistema de cura estivesse pronto.

Mas no início da primavera de 1935 sentiu o impulso de retomar o trabalho de pesquisa de mais algumas flores e desta maneira deu início a uma nova série de essências florais.

Enquanto as primeiras essências foram descobertas em 6 anos, a partir de observação de plantas, de temperamentos e de estados emocionais advindos de doenças há muito tempo instaladas, este segundo grupo foi descoberto em 6 meses.Quase um floral por semana!
A descoberta destas novas essências representou um desgaste muito grande para ele. Nora Weeks relata que ele passava pelos estados mentais antes de encontrar as flores.
Mas, apesar de enfraquecido e desgastado pelo seu trabalho, cuidava de todos que lhe pediam ajuda e sempre apresentava um sorriso, procurando dar alegria e felicidade a seus próximos. Afinal, este era, para ele, o caminho da cura. Ele dizia:

“A vida não nos exige grandes sacrifícios…pede-nos apenas para fazermos a nossa viagem com alegria no coração e para sermos uma benção para aqueles que estão ao nosso redor.”

Desde que começou a ter seus primeiros artigos publicados a respeito das essências florais, Edward Bach foi perseguido pelo Conselho de Medicina inglês. Em sua última carta a este órgão, em 1936, escreveu:
‘ Tendo provado que as ervas do campo são muito fáceis de se usar e tão maravilhosamente eficazes em seu poder curativo, eu abandono a medicina ortodoxa.’
Disse ainda que já não era médico e gostava de ser chamado de herbalista. Mas seu nome nunca chegou a ser retirado do Registro de Médicos da Inglaterra.

Durante o verão de 1936 escreveu a edição revisada de “Os Doze Remédios Curadores e Outros Remédios”.
Em 1936 escreveu a seus colaboradores:
‘Minha tarefa está cumprida; minha missão neste mundo está terminada.’
Pediu ainda a seus colegas: Nora Weeks, Victor Bullen e Mary Tabor:
‘Há momentos como este, em que estou esperando um chamado, não sei de onde.
Se este chamado vier, como pode acontecer a qualquer minuto, eu lhes suplico, a vocês três, que continuem a obra maravilhosa que começamos. Uma obra que pode libertar os homens, eliminando os poderes da doença….’

26 dias depois de escrever esta carta Edward Bach fez a sua passagem para o plano maior.
Faleceu, na madrugada de 27 de novembro de 1936, de uma parada cardíaca.

Nora Weeks, a mais devotada dentre seus colaboradores fala sobre o Dr Bach:

…Ele tinha um grande senso humor e se contentava com as coisas simples da vida como apanhar os primeiros cogumelos, cozinhar, costurar e terminar uma mesa. Tinha uma grande afinidade com plantas e animais. Os pássaros costumavam pousar na sua enxada enquanto ele carpia e os cachorros selvagens com seus filhotes vinham comer em suas mãos. Se ele pegava uma flor, não só conhecia suas qualidades curativas, assim como também sua história.

Ele seguia sempre a sua intuição. Às vezes saia de repente não importa o que estivesse fazendo, em obediência a seu impulso interno. Certa vez, quando estava ditando uma carta, ele deixou a casa e se dirigiu imediatamente ao cais onde se deparou com um homem prestes a cometer suicídio. Outra vez levantou-se da mesa de almoço e se dirigiu apressadamente para o final da praia onde se deparou com um homem entrando vestido no mar. Nas duas vezes pessoas foram salvas por ele. Muitas pessoas diziam que só de vê-lo à distância sentiam-se melhor.

Ele se achava um privilegiado por ser um canal de cura, embora sua primeira preocupação fosse encontrar as flores que curam. Estas poderiam ser aplicadas por todos, enquanto que o seu poder de cura, ele não o poderia transmitir diretamente aos outros. Sem dizer uma palavra, ele poderia colocar a mão sobre o órgão doente de um paciente e obter uma melhora instantânea. Mas, poderia também, com um olhar, revelar os sentimentos negativos, o medo escondido, o ressentimento, a inveja, o que quer que fosse que estava por trás daquele sofrimento, assim como o nome do floral que o aliviaria. E mais importante ainda, Dr Bach tinha a amorosa habilidade de mostrar àquele que estava sofrendo a coragem, o amor, a compaixão e compreensão que estava por detrás da sua dificuldade. Ele conseguia enxergar a verdadeira natureza de cada pessoa e revelar sua grandeza. Dizia: “as crianças de Deus nunca têm medo”. Sua voz tinha uma qualidade que inspirava confiança, fazia a pessoa sentir-se bem e perceber-se como alguém melhor do que se julgava.
Em um dos artigos publicados pelo jornal Homeophatic World , Edward Bach nos diz “Essa não é a cura do “vocês não devem”, mas sim a do “sejam abençoados”.

Fonte: Essências Florais

Colesterol
O poder da alcachofra em aumentar a fabricação da bílis, líquido que atua como um detergente no organismo e auxilia na quebra das gorduras durante a digestão, faz dela um aliado no tratamento do colesterol alto – um tipo de gordura produzida pelo fígado, transportado pelo sangue que, em excesso, aumenta o risco de ataque cardíaco e mesmo de derrame.

O poder terapêutico da alcachofra na fabricação da bílis é reconhecido pelo Ministério da Saúde. A berinjela e o feijão são alimentos relacionados à diminuição do chamado colesterol ruim (LDL).

Enxaqueca
Segundo o médico Alexandre Feldman, autor do livro Enxaqueca, a pimenta é uma aliada na luta contra esse mal. A substância química que dá a ela o caráter ardido possui propriedades benéficas à saúde.

O alecrim alivia os espasmos doloridos e auxilia na redução das dores de cabeça. Seu óleo essencial tem o poder digestivo – o que significa que ele diminui a ação das enxaquecas que têm origem digestiva.

Entre outros aliados naturais comumente usados no combate dessa doença crônica que atinge 30 milhões de brasileiros – e muitas vezes afeta o seu desempenho – podemos destacar: cebola, guaraná e anis.

Estresse
O maracujá, o mulungu (planta da família do maracujá) e o tomilho são considerados coadjuvantes no combate ao estresse. Se forem usados sozinhos, claro, o poder de cada um deles diminui sensivelmente. Ou seja, eles devem ser combinados a outras medidas – como atividade física e alimentação saudável – que auxiliam na prevenção desse mal que causa insônia, ansiedade, nervosismo, perda da libido e muitos outros sintomas que debilitam a saúde.

Fadiga mental e física
A ação revigorante do guaraná e da erva bênção-de-deus, coloca essas duas plantas numa posição de destaque entre todas as outras opções oferecidas pela natureza na prevenção desse mal – que tem como principais sintomas dor de cabeça, memória fraca, dificuldade de concentração, moleza física e cansaço mesmo após o sono, entre outros.

Hipertensão arterial
A qualidade depurativa da erva sete-sangrias faz dela uma boa aliada no combate à pressão alta – doença que pode causar lesões em diferentes órgãos do corpo, como cérebro, coração, rins e olhos.
O poder diurético da pêra e a ação calmante da pitanga também são opções na guerra contra essa temível doença.

Insônia
Por serem relaxantes, a erva-cidreira (também conhecida como melissa) e a alface atuam em dois “tipos” de insônia: a situacional, que atinge pessoas que passam por dificuldades ocasionais e o distúrbio do sono provocado por doenças psicofisiológicas como depressão.

Nervosismo
A ação calmante da erva-cidreira faz dela a planta medicinal medicinal mais conhecida que existe. Quem em algum momento da vida não teve de se socorrer dela para não explodir e suportar heroicamente uma situação de risco?

Mas verdade seja dita: a erva-cidreira não está sozinha nesta luta. A maçã e a pata-de-vaca são dotadas também de um importante aspecto relaxante.

Obesidade
O alto poder diurético das folhas do abacateiro faz com que elas sejam reconhecidas como auxiliares na perda de peso.

A centella asiática, por acelerar o fluxo sangüíneo e permitir a liberação de gordura, é considerada uma forte aliada na eliminação de gorduras do corpo.

Tabagismo
Seria maravilhoso se houvesse uma planta capaz de acabar com o vício da nicotina, não é mesmo? Com isso não existe, as plantas medicinais são usadas para atenuar a ação avassaladora que o cigarro provoca nas vias respiratórias.

Vale ressaltar, no entanto, que a ação das flores de bananeira e da erva tanchagem (também conhecida como sete-nervos), muito usadas nas inflamações respiratórias, não tem o poder de restituir plenamente a saúde do pulmão maltratando por quem ainda continua fumando.

RECEITAS CASEIRAS

Acne, eczema e seborréia:
Bardana – Coloque 2 colheres (sopa) de folhas frescas fatiadas em uma xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e acrescente 1 colher (chá) de mel e 3 gotas de própolis. Deixe ficar morno e aplique no local afetado, em forma de compressas, até duas vezes ao dia.

Anemia, falta de apetite e gastrite:
Losna – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas e flores picadas em 1 colher (chá) de água fervente. Abafe por 15 minutos e coe. Tome uma xícara (chá), duas vezes ao dia, antes das principais refeições.

Ansiedade, dor de cabeça e nervosismo:
Erva Cidreira – Coloque 1 colher (sobremesa) de ramos e folhas bem picados em um xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe e espere amornar. Tome uma xícara pela manhã e outra à noite.

Colesterol:
Alcachofra – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas em um recipiente com 1 xícara (chá) de folhas picadas em um recipiente com 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia – antes das principais refeições. Atenção: a alcachofra é diurética.

Berinjela – Ferva 1 fatia da casca crua por 5 minutos em 1 xícara (chá) de água. Tire do fogo e abafe por 15 minutos. Coe e tome uma xícara duas vezes ao dia.

Cólicas menstruais:
Artemísia – Coloque uma colher (sopa) de folhas e flores bem picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Cubra, deixe esfriar e coe. Tome uma xícara ao dia, uma semana antes de início previsto da sua menstruação.

Diarréia:
Abacateiro – Ferva por 10 minutos 2 colheres (sopa) de folhas da abacateiro picadas, 2 colheres de folhas de pitangueira picadas e 2 colheres (sopa) de folhas de goiabeira picadas. Coe e espere esfriar um pouco. Tome um copo após cada evacuação.

Digestão e diarréia:
Macela – Coloque 1 colher (chá) da inflorescência em 1 xícara (chá) e despeje água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, morna, de manhã, em jejum, e outra 30 minutos antes das refeições.

Dores de estômago e barriga, e insônia:
Camomila – Adicione 1 colher (chá) de flores em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia.

Dores de estômago e intestino:
Hortelã – Adicione 1 colher 9sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) e acrescente água fercente. Abafe por 10 minutos e acrescente 1 colher (sobremesa) de suco de limão. Tome uma xícara entre as principais refeições diárias.

Enxaqueca:
Pimenta – Coloque em um pilão 2 colheres (sopa) de pimentas secas picadas e com sementes. Amasse bem e espalhe o conteúdo sobre uma gaze. Aplique na nuca, em forma de cataplasma, ao sentir os sintomas.

Alecrim – Adicione 1 colher (sobremesa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara antes ou após as refeições. Atenção: altas doses deste chá podem provocar irritações gastrointestinais. É também estimulante: podendo alterar o seu sono. Ele não deve ser tomado durante a gravidez nem durante a amamentação.

Estresse:
Tomilho – Banho estimulante: Adicione 3 colheres (sopa) de folhas e flores a 1 litro de água fervente. Desligue o fogo e coe. Acrescente a mistura à água da banheira. Faça um banho de imersão por, no mínimo, 15 minutos. Não deixe a água atingir o nível do coração (peito).

Alecrim – Banho relaxante: Adicione 3 xícaras (chá) de folhas de alecrim e 1 xícara (chá) de flores de camomila em 1 litro de água fervente. Desligue e deixe em maceração por 15 minutos. Coe e acrescente à água do banho. Tome um banho de imersão por não mais do que 15 minutos no dia.’

Fadiga mental e física:
Guaraná – Adicione 1 colher (chá) de pó em um copo de água filtrada. Acrescente 1 colher (sopa) de mel ou um pedaço de rapadura. Misture bem e tome ainda em jejum.

Bênção-de-deus – Coloque 1 colher (chá) de raízes e 1 colher (chá) de folhas, todas cortadas, em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos e coe. Tome uma xícara de uma a três vezes ao dia.

Gases, ressaca e má-digestão:
Boldo – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos. Tome uma xícara (chá) em jejum e outra 30 minutos antes das refeições diárias.

Gastrite e azia:
Erva-Doce – Adicione 1 colher (sobremesa) de fruto-semente em 1 xícara (chá) e acrescente água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, três vezes ao dia.

Gripe, resfriado, tosse e bronquite:
Erva-de-Santa-Maria – coloque em uma xícara (chá), 1 colher (sobremesa) de folhas e flores picadas e acrescente água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, adoçado com mel, de uma a duas vezes ao dia.

Manjericão – Coloque 1 colher (sopa) de folhas e flores, bem picadas, em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Adicione 1 colher (sobremesa) de mel. Tome uma xícara (chá), de manhã e outra à noite.

Hipertensão arterial:
Sete-sangrias – Coloque 1 colher (chá) de planta fatiada e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de uma a três vezes ao dia. Atenção: seu uso não é indicado para crianças.

Pêra – Descasque uma fruta, fatie e amasse bem. Adicione 1 copo de água e misture. Tome um copo, três vezes ao dia.

Indigestão, problemas hepáticos:
Carqueja – Coloque 1 colher (sopa) de hastes picadas em uma xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara desse chá, ainda morno, três vezes ao dia – a primeira, de manhã, em jejum, e as demais cerca de meia hora antes das principais refeições.

Infecções bucais (afta e sapinho):
Poejo – Coloque 1 colher (sopa) de folhas e flores bem picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Coe e adicione 1 colher (chá) de bicarbonato. Faça bochechos três vezes ao dia.

Insônia:
Erva-cidreira – Adicione em uma xícara (chá), 1 colher (sopa) de folhas e ramos frescos ou secos, 1 colher (sobremesa) de camomila e 1 pedaço de casca de laranja ou limão. Acrescente água fervente e abafe por 10 minutos antes de coar. Tome uma xícara à noite, meia hora antes de ir para a cama dormir.

Alface – Coloque uma colher (sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia.

Nervosismo:
Erva-cidreira – Coloque 1 colher (sobremesa) de ramos frescos ou secos, picados, em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe, espere amornar e coe. Tome 1 xícara pela manhã e outra à noite.

Obesidade:
Abacateiro – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas do abacateiro em 1 xícara (chá) de água em fervura. Dessligue o fogo e coe. Tome uma xícara pela manhã e outra à tarde – antes das 17h. Atenção: devido à sua forte ação diurética, não são recomendadas mais do que duas xícaras diárias – este chá pode acarretar acentuada eliminação de urina e provocar queda de pressão.
Centela (Centella asiatica) – Coloque 1 colher (sopa) de folhas secas e picadas de centella em 1 xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe, espere amornar e coe. Tome uma xícara, 1 hora antes das principais refeições.

Prisão de ventre:
Cáscara-Sagrada – Coloque 1 colher (café) de pó em um copo de suco de laranja ou de mamão. Misture bem. Tome pela manhã, em jejum.

Dente-de-leão – Acrescente 1 colher (sopa) de raízes picadas em 1 xícara (chá) de água. Deixe em maceração por 1 noite. De manhã, leve o preparado ao fogo até ferver. Desligue e coe. Tome meia xícara antes do café da manhã e outra meia xícara, também meia hora após o café da manhã.

Reumatismo, contusões e dores musculares:
Calêndula – Amasse em um pilão 2 colheres (sopa) de folhas frescas até adquirir uma consistência pastosa. Espalhe em um pano ou gaze bem limpos. Aplique no local afetado e cubra com um pano. Faça essa aplicação duas vezes ao dia – ou aplique antes de dormir e deixe agir a noite toda.

Sinusite e rinite:
Gengibre – Coloque 1 colher (sopa) de rizoma fatiado em um recipiente com 1 litro de água em fervura. Desligue o fogo. Cubra a cabeça com um pano e inale o vapor que se desprende da vasilha. Repita essa operação de manhã e à noite, antes de dormir. Atenção: procure não se expor ao sereno durante o período que estiver em tratamento.

Suor excessivo:
Sálvia – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas e flores. Picadas, em 1 xícara (chá) e com água fervente. Tome 1 xícara duas vezes ao dia.

Suor e mau cheiro nos pés:
Louro – Acrescente 2 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 litro de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos. Coe e coloque em uma bacia, com mais água morna. Banhe os pés por 15 minutos.

Tabagismo:
Banana – Coloque 6 flores da bananeira em 1 xícara (café) de água. Leve ao fogo por 5 minutos. Coe e acrescente 2 xícaras (café) de açúcar cristal. Volte ao fogo até dissolver o açúcar. Tome 1 colher (sopa) de duas a três vezes ao dia. Por não conter conservante, o consumo dessa mistura deve ser rápido.

Tanchagem (Plantago major) – Ponha 2 colheres (sopa) de folhas bem picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe 10 minutos, espere ficar morno e coe. Faça gargarejos, de duas a três vezes ao dia.

Tosse:
Guaco – Coloque 2 colheres (sopa) de folhas frescas picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e acrescente 2 xícaras (café) de açúcar cristal. Leve outra vez ao fogo brando, até que o açúcar derreta. Tome uma colher (sopa), de duas a três vezes ao dia – crianças devem tomar a metade da dose.

Úlceras, gastrite crônica:
Espinheira Santa – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas bem picadas em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos. Espere ficar morno e coe. Tome uma xícara antes das principais refeições do dia.

Varizes, inchaço nas pernas e pés:
Hamamélis – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas picadas em uma xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo, abafe, deixe descansar por 10 minutos e coe. Tome uma xícara duas a três vezes ao dia.

Fonte: Você Sabia?

A energia vital das flores pode ajudar a equilibrar as emoções e aceitar os desafios da vida com mais facilidade. Espécies que vivem nas frias florestas do Alasca à ensolarada Califórnia, da exuberante mata Atlântica ao agreste de Pernambuco .
A atual variedade de essências florais deixaria espantado o doutor Edward Bach, homeopata e bacteriologista inglês que criou a terapia, nos anos 30. As essências que desenvolveu para aliviar conflitos básicos da alma humana multiplicaram-se em muitas linhas e finalidades terapêuticas.

A brasileira Sandra Epstein, que criou florais colhidos na mata Atlântica, em São Paulo, é uma das centenas de pesquisadores em todo o mundo que seguiram os passos de Bach e desenvolveram novas essências. Na floresta Amazônica, outras duas brasileiras, Maria Alice Campos Freire e Isabel Facchini, produziram 81 florais, que utilizam no Centro de Medicina da Floresta, no Amazonas, ONG que desenvolve medicamentos com plantas amazônicas e os distribui ao povo da região.

No extremo norte do planeta, em meio aos muitos acres de flores silvestres do Alasca, o ex-bombeiro Steve Johnson chegou a 72 essências. E há ainda os sistemas da Califórnia, da Austrália e do Pacífico, entre outros.

Energia sutil
Diferentemente da fitoterapia, que extrai das plantas as substâncias com propriedades curativas, Edward Bach constatou que o campo vibracional da flor (também chamado de energia sutil) se assemelhava ao campo vibracional dos pacientes que apresentavam determinados desequilíbrios e estabeleceu a relação entre as essências e os problemas.

“Elas têm a capacidade de atingir campos de energia que se estendem para além do físico”, explica a terapeuta Cynthia Accioly Abu-Asseff, de São Paulo. “Em ressonância com vibrações sutis, os florais aceleram processos de transformação da consciência, despertando talentos e virtudes latentes”, completa a terapeuta mineira Maria Grillo.

Conheça agora as principais linhas de terapia floral, originárias dos diversos continentes.

Florais de Bach
O pioneiro sistema de florais foi desenvolvido pelo homeopata e bacteriologista inglês Edward Bach entre 1930 e 1936. São 38 essências, que buscam tratar angústias básicas, como medo, indecisão e falta de interesse.

    Destaque: White Chestnut – Preparado com flores brancas da castanheira nativa da Índia, é indicado para quem tem pensamentos obsessivos, como se estivesse preso em uma conversa mental incessante. O floral traz quietude interior e clareza de raciocínio.

Florais da Califórnia
No final da década de 70, os americanos Richard Katz e Patricia Kaminski reiniciaram as pesquisas do doutor Edward Bach, adaptando-as para as flores californianas. Hoje, esse repertório conta com 103 essências, e há mais 222 em estudo.

    Destaque: Califórnia Poppy – Primeira essência estudada pelos pesquisadores, extraída de uma papoula dourada, é indicada para quem tem desequilíbrios físicos e emocionais por buscar o brilho fora de si mesmo, através de vícios ou outras formas de escapismo. O floral encoraja um desenvolvimento interior tranqüilo e equilibrado.

Florais do Alasca
O bombeiro florestal americano Steve Johnson descobriu um paraíso de flores silvestres no interior do Alasca e criou em 1983 um repertório de oito essências, que cresceu para 72, acrescido também de flores cultivadas. As terras geladas abrigam milhões de acres de tundras e florestas que se destacam pela pureza, vitalidade e resistência – muitas plantas crescem em uma fina camada de solo sobre gelo permanente.

    Destaque: Blue Elf Viola – Comum nos jardins do Alasca, é uma pequena flor roxa de centro amarelo-alaranjado. A essência ajuda a expressar a raiva reprimida ou colocada de forma destrutiva, auxiliando no processo do perdão.

Florais do Bush Australiano
A Austrália tem o maior número de plantas floridas catalogadas do mundo. “Bush”, em inglês, significa arbusto, um tipo de vegetação dominante naquele continente. A bisavó e a avó do homeopata Ian White, criador do sistema, foram pioneiras na pesquisa de propriedades medicinais das plantas australianas. Esse repertório conta com 72 essências.

    Destaque: Five Corners – Flor cor-de-rosa com cinco lóbulos amarelos que formam uma estrela de cinco pontas. Usada para fortalecer a auto-estima quando não se reconhecem a própria força e beleza.

Florais Living Essences da Austrália
O casal Vasudeva e Kadambii Barnao pesquisa flores desde 1977. Além do uso tradicional das essências, ministradas por via oral, propõem sua aplicação por meio de cremes e loções, para tratar principalmente dores e estresse. Já foram catalogados 88 florais.

    Destaque: Purple Nymph Waterlily – Da flor púrpura é obtida uma essência indicada para os que costumam se doar sem medida, mas pedem reconhecimento na mesma proporção. A essência ajuda a desenvolver o desapego.

Florais do Pacífico
Desde 1983, a terapeuta floral e acupunturista Sabina Pettit pesquisa as virtudes terapêuticas das plantas da costa noroeste do Canadá, mais especificamente na ilha de Vancouver. Ela associou cada uma das 48 essências a uma oração ou bênção e a diferentes pontos do corpo.

    Destaque: Purple Magnolia – Essência obtida de uma flor de coloração púrpura, usada para equilibrar a libido e o desejo sexual. Encoraja a intimidade plena com o parceiro e intensifica sentimentos e sensações.

Florais Tropicais Havaianos
Esse sistema mistura antigas espécies nativas de plantas polinésias com flores tropicais introduzidas bem mais tarde na região pelos colonizadores americanos. Foi desenvolvido no Havaí pela inglesa Penny Medeiros e conta com 70 essências.

    Destaque: Nani-ahiahi – é uma flor bastante comum no Havaí. Seu nome quer dizer “beleza da tarde”, já que suas pétalas delicadas abrem-se por volta das 16 horas. Indicada para alívio de sofrimentos profundos, como a dor causada pela perda de uma pessoa querida.

Os especialistas defendem que as essências produzem efeitos mais rápido quando utilizam flores locais

Florais de Minas
Primeiro sistema desenvolvido no Brasil, com 135 essências, abrange plantas do Quadrilátero Ferrífero (serra do Cipó, região de Ouro Preto, Itabira e Itaúna), em Minas Gerais. É desenvolvido pelos pesquisadores Breno Marques e Ednamara Vasconcelos desde 1988. Os estudos começaram com a flor da mostarda.

    Destaque: Margarida – indicada para quem tem uma visão fragmentada da vida, supervalorizando o lado racional em detrimento do espiritual. A essência favorece a integração das informações e ajuda na escolha de caminhos.

Florais de Araretâma
O nome tupi-guarani significa “terra de luz”. Com 27 plantas, é o menor sistema de essências do planeta, criado pela pesquisadora Sandra Epstein utilizando espécies da mata Atlântica, mais especificamente da serra do Mar, de Ubatuba e de Cunha, no vale do Paraíba, em São Paulo.

    Destaque: Oyamã – flor do cacaueiro, inspira confiança, clareia pensamentos confusos e ajuda a desenvolver o amor-próprio. Vale também como recurso contra depressão, medo e ansiedade.

Florais de Saint Germain
Em 1996, a artista plástica Neide Margonari criou sua primeira essência, mais exatamente, em 1º de maio, quando se comemora a ascensão espiritual de Saint Germain, místico que viveu no século 19. Daí o nome do repertório, com 72 florais, processados na mata atlântica, em São Paulo.

    Destaque: Allium – é a flor do alho, usada para trazer proteção, devolver a calma e atuar como coadjuvante contra o esgotamento físico e emocional.

Florais Filhas de Gaia
Gaia significa Mãe-Terra. O sistema de 57 essências, criado pela pesquisadora mineira Maria Grillo, utiliza flores nativas brasileiras. Elas são encontradas em diversos ecossistemas das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

    Destaque: Paineira – flor-símbolo desses florais, propicia a reconexão com os valores femininos, como o aconchego, a proteção, a nutrição e o amor. Ideal para momentos de carência afetiva, rejeição e abandono.

Florais da Amazônia
Em 1994, Maria Alice Campos Freire e Isabel Facchini se aprofundaram no estudo das flores amazônicas às margens de um afluente do rio Purus, o mais caudaloso afluente do Amazonas. Criaram 81 essências, potencializadas pelo sol ou pela chuva, já que no interior da floresta nem sempre os raios solares conseguem penetrar.

    Destaque: Castanheira – a árvore é abundante em toda a floresta amazônica. O floral alivia traumas, medos e inseguranças enraizados no passado.

Tratamento natural
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os florais como “remédios” – da mesma forma como são conhecidos popularmente —, reconhecendo seus efeitos terapêuticos. Mas as essências não devem ser consideradas medicamentos. “Seu uso não substitui cuidados médicos ou psicológicos, ainda que os sintomas sejam passageiros”, lembra o homeopata Eduardo Goldenstein, de São Paulo. Para fazer um tratamento completo à base de florais, o ideal é procurar um especialista. Mas, para alívio rápido de um problema específico – por exemplo, aliviar a apreensão depois de um acidente —, pode-se recorrer às farmácias especializadas na manipulação das essências. O modo de usar é simples: basta pingar quatro gotas sob a língua, quatro vezes ao dia.

Sol e água
As essências florais são extraídas quando a planta está no auge da floração. Com uma tesoura, e sem tocar a planta, colhem-se as flores, que são colocadas em uma vasilha de vidro com água pura (sem cloro), sob o céu claro das primeiras horas da manhã. No início da tarde, a água é filtrada e depositada num recipiente com conhaque à base de uva, que ajuda na conservação.

Qual deles escolher?
Segundo alguns estudiosos, a intuição é o que conta. “O conhecimento intuitivo prevalece na hora de decidir entre uma flor e outra”, afirma a terapeuta Cynthia Accioly Abu-Asseff. “Os florais de Bach, além de pioneiros, se destacam pela simplicidade”, afirma o homeopata Eduardo Goldestein. Já o químico Breno Marques da Silva, responsável pelos Florais de Minas, acredita que os efeitos podem ser mais rápidos quando as essências são colhidas à volta, e não em um país distante, o que justifica a produção nacional.

Alívio para momentos de crise
Quase todos os sistemas de florais têm um composto especialmente formulado para situações de emergência, combinando várias essências, com a finalidade de resgatar a força interior em momentos de crise, tensão ou dor extrema. A terapeuta floral Cynthia Accioly Abu-Asseff, de São Paulo, sugere que se tenha um vidro do composto à mão para uso próprio ou para ajudar alguém. Nessas situações emergenciais, pode-se tomar quatro gotas a cada dez minutos, espaçando as doses à medida que o mal-estar diminui. “Não há contra-indicações nem risco de superdosagem”, avisa Cynthia.

Para situações de pânico, choque, impaciência, ansiedade, depressão e falta de concentração: Rescue, composto por cinco essências dos Florais de Bach.

Para choque e trauma, tensão física e estresse: Soul Support (apoio para a alma), composto de nove essências do Alasca.

Para situações de estresse constante (no trânsito, por exemplo), para quem mora em regiões muito poluídas ou se expõe constantemente à radiação (de aparelhos como computadores): Yarrow Special Solution, que combina três essências da Califórnia em uma base de água marinha.

Para superar esgotamento físico, mental ou emocional: Balancer, composto por três essências do Pacífico.

Para manter a mente aberta diante de um desafio e para superar o medo, a imobilidade e a dor: Emergencial, composto do sistema Filhos de Gaia, com 14 essências brasileiras, entre elas a paineira e o ipê-amarelo.

Fonte: Bons Fluidos

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